Lars Lindstrom (Chefe HRC) contesta decisão da AMA após polêmica entre Shimoda e Brown na 250SX de Arlington
- Victor Mantovani

- há 2 horas
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O chefe da equipe Honda HRC Progressive, Lars Lindstrom, não conteve seu descontentamento após a conclusão do Main Event da categoria 250SX em Arlington. Segundo Lindstrom, a comissão organizadora do AMA Supercross deveria aplicar as penalidades previstas no regulamento após duas situações envolvendo sinais de alerta, especificamente luzes vermelhas e bandeiras brancas com cruz vermelha, que afetaram os resultados de 250SX e 450SX.
O cerne da controvérsia: 250SX Main Event:
A disputa envolveu Jo Shimoda (Honda HRC) e Pierce Brown (Monster Energy Star Racing Yamaha). Durante as voltas iniciais, as luzes vermelhas foram acionadas junto a um pequeno salto antes da linha de chegada. Shimoda atendeu aos sinais, reduzindo a velocidade e não executando o salto sinalizado, o que lhe fez perder impulso e, por consequência, a liderança. Brown, por sua vez, saltou o obstáculo mesmo com as luzes vermelhas ativadas, aproveitou a perda de velocidade de Shimoda e venceu sua primeira corrida 250SX da carreira em Arlington.
Lindstrom comentou explicitamente que Shimoda fez “o que o regulamento exige” ao não saltar com a luz vermelha ativada, e que, portanto, era hora da direção de prova cumprir o texto da regra, aplicando a penalidade apropriada, que implica a perda de posições ganhas e uma dedução de cinco pontos no campeonato para quem violou a sinalização de segurança.
Decisão oficial da AMA:
Apesar da argumentação de Lindstrom, a AMA revisou o incidente e concluiu que não houve infração regulamentar no caso. Isso significa que o resultado final permanece como foi publicado inicialmente, sem penalização para Brown, que, com isso, mantém os pontos correspondentes à vitória.















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